sábado, 30 de maio de 2015

Saúde pela internet

Segundo o Canal Minha Saúdo do Ig: Pesquisa mostra que 86% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre saúde. Mas apenas 25% confere a fonte.

Saúde pela internet

Pesquisa mostra que 86% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre saúde. Mas apenas 25% confere a fonte



Quando a internet começou a se consolidar como uma alternativa para pesquisas e troca de informações, há mais de dez anos, o grande desafio era ampliar o acesso à rede. Agora,
 com cerca de dois bilhões de usuários, o desafio é outro. O internauta precisa aprender a filtrar as informações que acessa e identificar o que realmente é confiável.Foto: Getty Images
Casal faz pesquisa pela internet
Isso é particularmente importante quando se trata de informações sobre saúde. “O internauta pode interpretar erroneamente seus sintomas, levando a uma corrida por exames e até tratamentos desnecessários. Ou o contrário, pode subestimar seu problema”, afirma Sneh Khemka, diretor médico da Bupa Internacional. 

A instituição divulgou nesta terça-feira, dia 4, a pesquisa Bupa Health Pulse, realizada pela London School of Economics (LSE), na qual 12.262 pessoas de 12 países foram entrevistadas. O levantamento ouviu 1.005 brasileiros e constatou que 86% dos que tinham acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre saúde, remédios e suas condições médicas. No entanto, apenas 25% deles  também verificam a fonte dos dados. 

“É necessário conferir as fontes para atestar a qualidade do conteúdo. Nesse sentido, vale verificar quem é o autor ou organização responsável pelo website e checar quando as informações foram atualizadas pela última vez”, afirma David McDaid, pesquisador sênior da LSE.

Campeões em pesquisas pela internet
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Bupa Health Pulse


O uso da internet
Os dados revelam ainda que 68% dos brasileiros buscam online informações sobre medicamentos, 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% querem conhecer na internet experiências de outros pacientes com determinado problema de saúde.
Os resultados mostraram que a maioria (57%) dos brasileiros gostaria de poder renovar suas prescrições de tratamentos pela internet, enquanto 55% gostariam de usar a rede para marcar as consultas e 54% mostram interesse em acessar seus prontuários médicos ou resultados de testes online.
Atualmente, 23% marcam consultas, acessam seus prontuários médicos e resultados de testes pela internet.

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Redes sociais
Entre os jovens, as redes sociais são muito utilizadas para compartilhar dúvidas sobre saúde. Cerca de 25% dos jovens com idade entre 18 e 34 anos usou redes como Facebook e MySpace para publicar comentários e perguntas sobre o tema. O número cai bastante conforme a idade aumenta.
Dicas
A rede mundial de computadores pode ser uma ferramenta útil no campo da saúde, se bem utilizada.Na hora de escolher o médico, por exemplo, ela pode auxiliar o paciente na consulta à lista do conselho federal ou regional de medicina. A internet pode inclusive ajudar a detalhar as diferenças entre psicólogos, psiquiatras e psicanalistas, assim é possível definir o que pode ser melhor para você. 

A Buca International aponta quatro tópicos fundamentais para garantir a qualidade das informações sobre saúde pesquisadas na internet.
Pesquisa refinada – Seja o mais específico possível na hora da pesquisa, pois isso aumenta a chance de encontrar rápido aquilo que procura;
Busque a fonte – Por mais promissor que pareça o site, verifique sempre a fonte da informação. Procure por selos de qualidade, que atestam a confiabilidade de instituições independentes. Também leia a seção “A nosso respeito” dos sites, na qual deve constar quem é o responsável pelo site e quem são os autores das informações publicadas nele.
Informação pode ter validade – Verifique a data em que a informação foi publicada. Os constantes avanços da ciência podem desatualizar rapidamente uma informação sobre tratamentos ou medicações;
Fale com o médico - Por mais confiável que seja a informação encontrada, se você estiver com algum problema de saúde deve buscar a orientação do seu médico e não se automedicar.

Informações mais pesquisadas

Veja o tipo de informação sobre saúde mais procurada na internet
Bupa Health Pulse




sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Concurso Público Magistério Superior UFRRJ (04 vagas para Biólogos)

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) irá realizar concurso público objetivando o provimento de vagas em cargos de Professor no seu quadro funcional.

A vaga para Professor Adjunto (remuneração mensal de R$6.722,85) é para a área de Genética Vegetal e Evolução.

As vagas para Professor Assistente (remuneração mensal de R$4.442,60) são para as áreas de Anatomia Humana; Fisiologia Geral; Bioquímica.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.ufrrj.br, até o dia 04 de janeiro de 2010.

Maiores informações pelo edital:
http://migre.me/dViv

Nova espécie indica que dinossauros vieram da América do Sul


Um estudo publicado na edição da revista científica "Science" que circula nesta sexta-feira sugere que os dinossauros surgiram na região que hoje compreende a América do Sul e só depois se espalharam pelo mundo.

O estudo apresentou uma nova espécie de dinossauro, o Tawa hallae, que preenche uma lacuna de ligação entre o grupo de grandes carnívoros do período Jurássico, os terópodos Tiranossauro rex e o velociraptor, e seus ancestrais, como o herrerassauro, descoberto na Argentina nos anos 1960.

Há muito tempo os cientistas se perguntam se alguns traços comuns que aparecem nos terópodos se desenvolveram de maneira independente ou se eles faziam parte de um mesmo grupo, no qual as características foram passando de espécie para espécie.

"Havia tão poucas espécies dos primeiros terópodos que era difícil responder a essa questão", disse o coordenador do estudo, Sterling Nesbitt, da Universidade de Austin, no Texas. "Agora, com Tawa, achamos ter encontrado a resposta."

Segundo a descrição dos pesquisadores, Tawa media cerca de 70 cm na altura da cintura e 2 metros da cabeça à cauda. Estima-se que tenha vivido há cerca de 214 milhões de anos, mais ou menos na mesma época que o herrerassauro.

De acordo com o estudo, as duas espécies - o Tawa e o herrerassauro - compartilham traços bastante parecidos, especialmente em relação à morfologia da cintura. No entanto, o Tawa possui características dos terópodos que estão ausentes no herrerassauro, como bolsas de ar localizadas ao longo da espinha dorsal.

Quando a espécie evoluiu para os neoterópodes do período Jurássico, extintos há 65 milhões de anos, foram mantidas algumas características comuns a todas as espécies, como as grandes mandíbulas, dentes de carnívoros e certos traços pélvicos.

"Tawa é um bom exemplo de fóssil que preenche o que chamamos de lacuna morfológica", disse Nesbitt.

Em um exemplo raro, a equipe de pesquisadores americanos encontrou o esqueleto de Tawa extraordinariamente bem preservado junto com o de outras espécies em um sítio no Estado americano de Novo México.

Entretanto, a análise dos fósseis sugeriu que os três esqueletos pertenciam a espécies distantes, que haviam migrado da hoje América do Sul para a hoje América do Norte quando os cinco continentes ainda estavam unidos em uma massa continental única chamada Pangeia.

"Acreditamos que todos os grandes grupos dos primeiros dinossauros puderam passar para a parte da Pangeia que se tornou a América do Norte no fim do período Triássico, e podem até ter passado. Mas por alguma razão, apenas os carnívoros se adaptaram ao clima norte-americano", disse o co-autor do estudo Randall Irmis, da Universidade e do Museu de História Natural de Utah.

Segundo os cientistas, as descobertas sugerem a existência de outros movimentos de dispersão de dinossauros a partir da América do Sul. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: BBC Brasil

Cientistas franceses descobrem novo vírus gigante em amebas

Vírus gigante que se esconde dentro de amebas e tem material genético incomum

Cientistas franceses descobriram e isolaram um novo vírus gigante que se esconde dentro das amebas e cujo genoma inclui material genético de outras espécies, segundo estudos que são publicados na edição desta semana da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".

"O vírus é completamente novo", afirmou Didier Raoult, diretor de pesquisas de doenças infecciosas e tropicais da universidade francesa de Aix-Marselha 2.

O genoma do chamado "marseillevirus" inclui um complexo conjunto de genes que são muito diferentes em seu DNA de outras formas de vírus e mostra que há um intercâmbio genético entre outros microorganismos como vírus gigantes e bactérias também encontrados nas amebas, segundo o cientista.

A ameba, uma forma de vida unicelular que pide ser parasita em humanos e animais, atua como "uma espécie de berço de criação de novos vírus e bactérias", afirmou Raoult.

Até o momento se sabe pouco sobre os vírus gigantes. O primeiro deles foi descoberto em 1993 por casualidade.

Com um genoma de 368.000 pares básicos, "marseillevirus" é o quinto vírus gigante sequenciado e tem um diâmetro de 250 nanômetros, segundo o Centro Nacional Francês para a Pesquisa Científica (CNRS).

O DNA do vírus gigante contém material de diferentes fontes, incluindos plantas e animais, bactérias e outros vírus gigantes como o "minivírus".

Fonte: Folha Online

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Processo Seletivo SEDUC – PE (13 vagas para Biólogos)

Encontram-se abertas as inscrições para o Processo Seletivo da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEDUC-PE), que recrutará pessoal para diversas áreas, com contratações previstas sob caráter temporário.

As vagas para Biólogos são para os seguintes cargos:
Coordenador de Curso Técnico – Meio Ambiente (01 vaga)
Gestão e Projetos Ambientais (12 vagas)

As inscrições devem ser feitas somente através do site www.fadurpe.com.br até o dia 15 de dezembro de 2009.

O edital do concurso pode ser conferido clicando aqui .

Por que é difícil reflorestar

Se toda a área desmatada começasse a ser recomposta agora, não haveria sementes nem mudas suficientes

Por Leandro Costa

Termina na sexta-feira, dia 11, o prazo para os proprietários rurais de todo o País averbarem a área onde será mantida ou estabelecida a reserva legal de suas propriedades. Reserva legal é a área mínima de floresta nativa que toda propriedade rural deve ter, respeitando as proporções previstas no Código Ambiental (de 80% da área para propriedades na Amazônia, 35% para o Cerrado e 20% para as demais regiões). Ao todo, conforme a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para cumprir a lei seria necessário reflorestar uma área de 85 milhões hectares, ou 10% de todo o território nacional. Levando em consideração a orientação que diz que para hectare são necessárias, no mínimo, 1.667 mudas, a reposição dessas áreas demandaria um investimento de R$ 425 bilhões.

Não bastasse a imensidão da área de florestas que precisa ser recomposta e as infindáveis polêmicas em torno do assunto, envolvendo, de um lado, o Ministério da Agricultura e os produtores rurais e, do outro, os ambientalistas e o Ministério do Meio Ambiente, a recomposição das áreas devastadas tem outra grande barreira a ser transposta: a da capacidade limitada do mercado em fornecer sementes e mudas na quantidade e variedade (tanto de espécies quanto de matrizes) suficiente para suprir a demanda, caso não haja mais prorrogação no prazo ou alterações no código ambiental, como reivindicam os ruralistas.

Segundo o superintendente técnico da CNA, Moisés Pinto Gomes, se for considerada apenas a área que o Ministério da Agricultura acha necessário ser recomposta, que é de 40 milhões de hectares, já não haveria nem quantidade, nem variedade suficientes de mudas e sementes nativas para cada bioma a ser recomposto.

SEM REGULAMENTAÇÃO

Para ele, a falta de regulamentação e a ausência de um programa nacional focado na produção de sementes para o reflorestamento faz com que existam poucos viveiros qualificados. "E como as sementes para esses projetos têm de ser colhidas dentro do bioma local, fica impossível eleger como fornecedor somente os poucos viveiros que seguem as normas de qualidade", diz Gomes. "Com isso, empresas de fundo de quintal acabam entrando nesse mercado, o que compromete a qualidade desses projetos de reflorestamento."

O biólogo e especialista em reflorestamento da empresa Brasil Diverso Soluções Ambientais, Otávio de Moraes, endossa o que diz Gomes. Ele relata que, em razão da falta de profissionalização do setor de produção de mudas, tem tido dificuldades para realizar projetos de recomposição de áreas desmatadas dentro dos padrões necessários. "Sempre que temos que comprar uma grande quantidade de mudas é uma dificuldade. Recentemente, para conseguir 4 mil mudas das 80 espécies necessárias, tivemos que percorrer vários viveiros e levamos 30 dias para fechar o pacote", conta Moraes. "E esse era um projeto pequeno", destaca. Segundo ele, a maior fatia do mercado de sementes e mudas é composta por pequenos produtores. Por isso eles não têm escala para atender à demanda. "Quando você faz uma encomenda de 20 mil mudas para esses produtores, muitas vezes isso corresponde a todo o estoque dele", observa Moraes.

"Esses viveiros são formados sem muito critério, cultivando poucas espécies", diz o consultor Flores Welle, cuja empresa elabora projetos de reflorestamento e realiza o plantio das árvores. Segundo ele, como o processo de colheita das sementes é muito artesanal essas empresas acabam se focando num número mais restrito de espécies.

E a ausência de variação genética das sementes e mudas pode produzir reflorestamentos de baixa qualidade, o que vai levar à degradação dessas florestas no médio prazo, conforme alerta Moraes. "Essa variação é importante para a sobrevivência da floresta. Sem ela a espécie fica enfraquecida e uma única doença pode matar todas as árvores."

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oportunidade para Biólogos, Veterinários e Oceanógrafos (12 vagas para Biólogos)

Projeto de Monitoramento de Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos

Atividades principais
a) Desenvolver atividades relacionadas a monitoramentos regulares de praia para o registro e identificação de aves, quelônios e mamíferos marinhos e recolhimento de carcaças.
b) Recuperação e reabilitação de aves, quelônios e mamíferos marinhos.
c) Realização de necropsias e coleta de amostras biológicas.
d) Preenchimento de formulários e fichas de dados.
e) Manutenção das bases de pesquisa e equipamentos.

Experiência
Desejável, mas não imprescindível. O candidato selecionado passará por treinamento na metodologia utilizada no projeto.
a) Identificação e conhecimento da biologia e ecologia de aves, quelônios e mamíferos marinhos.
b) Reabilitação e necropsia de animais marinhos.

Pré-requisitos
a) Carteira Nacional de Habilitação em dia
b) Disponibilidade para residir nas bases de pesquisa

Perfil do candidato
Recém graduados com disciplina, organização, entusiasmo, disposição para trabalho de campo, capacidade de trabalhar em equipe, capacidade de interagir com pessoas das comunidades locais, iniciativa e profissionalismo.

Local de trabalho
Região dos Lagos e Costa Norte do Estado do Rio de Janeiro.

Duração e remuneração
Bolsas de seis meses com possibilidade de renovação por um ano. Variando entre R$ 1.500,00 a R$ 2.800,00, de acordo com a função a ser ocupada.

Contato
Interessados enviar e-mail para Luciano Moreira Lima (calyptura@gmail.com) até 23/12/2009 com o assunto “Vaga Projeto de Monitoramento” anexando a) currículo no formato Lattes e b) carta de intenção (mencionando interesses profissionais, experiências e características pessoais relevantes para a vaga e expectativas). Candidatos pré-selecionados serão convocados para entrevista no final de Dezembro ou início de Janeiro.